Marcelo
Neves
Contador,
Especialista e Professor.
Abrir
o próprio negócio é um sonho de muitos brasileiros, desde profissionais com
vasta experiência no mercado a jovens e adultos recém-formados com espírito empreendedor.
Todos com vontade de vencer.
O
início de qualquer atividade é algo novo e como tal precisa ser estudado antes
mesmo de tudo acontecer. Saber onde se pisa e o que se tem pela frente já é um
bom começo. Entretanto, não é tão simples assim. Tudo dependerá de
estar preparado para o que se inicia e, por conseguinte, para as mudanças
futuras.
Para
a abertura de uma empresa é recomendado aos empresários a elaboração de um
plano inicial, com a finalidade de conhecer determinadas particulares da entidade,
abordando, sobretudo, pontos centrais, por exemplo: Qual a quantidade de
sócios? Qual o Capital Social e como será integralizado? Qual o ramo de
atividade? Qual tributação será adotada? Qual o melhor preço para a
venda das mercadorias ou prestações de serviços para que se tenha uma adequada
margem de lucro? Quais os custos, despesas e a previsão da receita? Quantos
colaboradores serão necessários de imediato?, etc. Para tudo isso, exige-se uma
análise.
Observa-se
que algumas questões devem ser respondidas de princípio a fim de evitar transtornos
ou surpresas indesejáveis por conta da falta de conhecimento, experiência ou
despreparo, podendo transformar o sonho do próprio negócio em um pesadelo.
Em
uma de suas frases célebres, Harold Geneen, empresário americano, menciona a
influência da experiência para os negócios “no mundo dos negócios todos são
pagos em duas moedas: dinheiro e experiência. Agarre a experiência primeiro, o
dinheiro virá depois”. Nota-se, o quão é importante ter vivência no meio
empresarial. No entanto, na falta dela ou na dúvida o correto é procurar quem
as tenha.
Por
estes e outros motivos para dar início a um empreendimento a saída mais
indicada é ter a assessoria e consultoria de um especialista. Aquele
profissional com conhecimento do universo das empresas, com sólida prática em
tributação, finanças, economia e demais obrigações, que auxilia os dirigentes em
suas decisões deixando as empresas mais competitivas, neste caso, o Contador.
As
cobranças atribuídas às empresas, sejam elas pelo setor Público ou Privado, são
diversas e não esperam hora nem tempo bom ou ruim. Temos como exemplo as
relacionadas a Legislação Comercial, Fisco Federal, Estadual, Municipal,
Ministério do Trabalho e Previdência Social, Instituições Financeiras e
Fornecedores. Nessas horas, os administradores devem contar com quem entende do
assunto, visto que, há necessidade de respostas tempestivas e eficazes.
Ressalta-se
a importância do Contador como profissional competente para tratar desses e
outros requisitos, especialmente no que diz respeito ao seu papel como consultor
e fornecedor de informações, principalmente sobre a real situação patrimonial
em um determinado momento, assessorando, assim, os gestores em suas
deliberações.
Por
fim, é importante um adequado relacionamento Empresário/Contador no trâmite do
negócio, um suprindo o outro com elementos necessários para garantir a melhor
execução de suas devidas funções. Deste modo, aquele sonho prematuro e almejado
torna-se algo concreto, abrindo espaço para outros mais ousados e prósperos.

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