segunda-feira, 25 de janeiro de 2016
quarta-feira, 20 de janeiro de 2016
É hora de preparar a papelada para o Imposto de Renda 2016
Mal o contribuinte começou a pagar o IPVA e o IPTU, já deve se preparar para declarar o Imposto de Renda. Apesar de ainda faltar mais de dois meses para o início do acerto com o Leão, é necessário começar a separar os papéis exigidos para ficar em dia com o Fisco. A entrega do documento terá início em 1º de março e o prazo final será 29 de abril.
Especialistas recomendam que entre as promessas de ano novo esteja a de não deixar a prestação de contas com o Leão para última hora. “É sempre um atropelo. E quem tem direito à restituição, quanto mais cedo entrega a declaração, mais cedo tem o dinheiro de volta”, diz o consultor de finanças e analista de mercado Paulo Vieira.
Outra recomendação é fazer tudo certo, e nem pensar em tentar “passar a perna” na Receita Federal.
“Os sistemas estão cada vez mais avançados e eficientes, com sofisticado cruzamento de informações. Em caso de má-fé, há penalidades pesadas”, alerta.
Mesmo com a promulgação da nova Lei das Domésticas, a regra para a declaração dos patrões não foi alterada. Segundo o presidente do Instituto Doméstica Legal, Mario Avelino, assim como nos anos anteriores, os valores pagos ao INSS podem ser deduzidos diretamente no IR. “Pela legislação em vigor, essa dedução vai vigorar até 2019”, explica. Quem tem duas empregadas pode registrá-las cada uma em nome de um cônjuge, para que o valor seja abatido em cada declaração.
Empresas e bancos terão até 29 de fevereiro para encaminhar aos empregados, correntistas e investidores as informações salariais e bancárias referentes a 2015.
Por Janaína Oliveira / www.hojeemdia.com.br
segunda-feira, 18 de janeiro de 2016
sexta-feira, 15 de janeiro de 2016
O QUE É AUDITORIA CONTÁBIL? Por: Marcelo Neves Sousa
Para atingir seu papel e finalidade a contabilidade
utiliza-se de várias técnicas contábeis que auxiliam os gestores em uma tomada
de decisão mais precisa tempestiva, fidedigna e segura, dentre elas temos a
auditoria contábil, que por sua vez é dividida em auditoria externa e interna.
Vários são os conceitos sobre auditoria, podemos destacar
o citado por Sá (2001, p.25), o qual afirma:
Auditoria é uma
tecnologia contábil aplicada ao sistemático exame
dos registros, demonstrações e de quaisquer informes ou elementos de
consideração contábil, visando a apresentar opiniões, conclusões críticas e
orientações sobre situações ou fenômenos patrimoniais da riqueza aziendal,
pública ou privada, quer ocorridos, quer
por ocorrer ou prospectados e diagnosticados.
Assim sendo, a auditoria contábil tem como objetivo
principal a análise dos registros, demonstrações das informações contábeis,
gerando opiniões através do parecer de auditoria, bem como a detecção de erros
e fraudes, informações sobre o controle interno, assistência
econômico-financeira, entre outras.
Seguindo a mesma linha de pensamento Franco (2001, p. 22),
em sua obra, diz que auditoria é:
A técnica contábil
que através de procedimentos específicos que lhe são peculiares, aplicados no
exame de registros e documentos, inspeções, e na obtenção de informações e
confirmações, relacionados com o controle do patrimônio de uma entidade –
objetiva obter elementos de convicção que permitam julgar se os registros
contábeis foram efetuados de acordo com os princípios fundamentais e normas de
Contabilidade e se as demonstrações contábeis dele decorrentes refletem
adequadamente a situação econômico- financeira do patrimônio, os resultados de
período administrativo examinado e as demais situações nela demonstradas.
Pode-se então afirmar que a auditoria contábil é de suma
importância para as organizações, sejam elas do setor público ou privado. Sendo
que a auditoria desempenha um relevante papel, vista como o setor ou
departamento responsável pela assessoria às instituições, principalmente quando
se tratar do controle das ações nas áreas de natureza contábil, orçamentária,
financeira, patrimonial e de pessoal, além dos controles administrativos.
AUDITORIA
EXTERNA
A auditoria externa é aquela desempenhada por empresas de
auditoria independentes, por contador auditor com notório saber para desenvolver
de forma precisa a análise da real situação das entidades. Segundo Attie (2007, p.174), “é aquela
realizada por profissional liberal, auditor independente, sem vínculo de
emprego com a entidade auditada, e que poderá ser contratado para auditoria
permanentemente ou eventualmente”.
Na visão de Crepaldi (2010 p. 48) a auditoria externa
constitui:
o conjunto de
procedimentos técnicos que tem por objetivo a emissão do parecer
sobre a adequação como representam à posição
patrimonial e financeira, o resultado de
recursos da entidade auditada
consoante as normas da
contabilidade.
O objetivo da auditoria externa é a emissão de uma
parecer de auditoria ou relatório de auditoria com orientações preventivas
sobre os procedimentos adotados nas organizações a serviço dos gestores a fim
de supri-los com informações relevantes para uma tomada de decisão mais
eficiente e precisa.
AUDITORIA
INTERNA
A auditoria interna é aquela realizada na própria
instituição por profissionais gabaritados para tal, equivale a um trabalho
organizado de revisão e apreciação dos controles internos, normalmente
executados por um departamento especializado, ao tempo que o controle interno
se refere a procedimentos de organizações adotados como planos permanentes da
empresa. Attie (2007, p.176).
De acordo com o Instituto de Auditores Internos do Brasil
– IIA Brasil (2003, p.20), a missão básica da auditoria interna é:
emitir opinião
conclusiva ou considerações a respeito das operações examinadas; avaliar os
fluxos, sistemas, plano de controle interno e desempenho da organização ou de
qualquer de seus seguimentos; auxiliar a administração e demais membros do
corpo gerencial da organização a se desincubirem de maneira eficaz de suas
responsabilidades.
Segundo Conselho Federal de Contabilidade (2008, p. 398)
a auditoria interna é “exercida nas pessoas jurídicas de direito público,
interno ou externo, e de direito privado” assim sendo, tanto para as
organizações privadas como publicas. Destaca ainda mais:
A Auditoria Interna
compreende os exames, análises, avaliações, levantamentos e comprovações,
metodologicamente estruturados para a avaliação da integridade, adequação,
eficácia, eficiência e economicidade dos processos, dos sistemas de informações
e de controles internos integrados ao ambiente, e de gerenciamento de riscos,
com vistas a assistir à administração da entidade no cumprimento de seus
objetivos.
Na visão de Cavalcante e Luca (2013, p. 79) compete a
auditoria interna “garantir a revisão
sistemática, a avaliação e o relato da adequação dos sistemas gerenciais,
financeiros, operacionais e de controle orçamentário”.
Diante disso, a auditoria é peça fundamental para o bom
desempenho das organizações. Sendo que, as técnicas de auditoria testa a
confiabilidade dos procedimentos adotados nas instituições, por exemplo, os
sistemas de controle, verificar e analisar os registros contábeis, a avaliação
eficácia das funções patrimoniais,
dentre outras.
*Marcelo Neves Sousa
Contador, professor, especialista em contabilidade, auditoria e controladoria, especializando-se em MBA profissional em gestão pública e responsabilidade fiscal.
*Marcelo Neves Sousa
Contador, professor, especialista em contabilidade, auditoria e controladoria, especializando-se em MBA profissional em gestão pública e responsabilidade fiscal.
REFERÊNCIAS
ATTIE, William. Auditoria Interna. 2. ed. São Paulo:
Atlas, 2007.
CAVALCANTE, Mônica
Clark Nunes e LUCA, Márcia Martins Mendes De. Controladoria como instrumento de governança no setor público.
Revista de Educação e Pesquisa em Contabilidade. Brasília: REPEC, 2013.
Disponível em: <http://www.repec.org.br/index.php/repec>. Acesso em: 28 de
setembro de 2015.
CREPALDI, Silvio
Aparecido. Auditoria Contábil: Teoria
e Prática. 6. ed. São Paulo: Atlas, 2010.
CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE – CFC. Princípios fundamentais e normas
brasileiras de contabilidade: Auditoria e Perícia. 3. ed. Brasília: CFC,
2008.
FRANCO, Hilário. Auditoria Contábil. Normas de
auditoria, procedimentos e papéis de trabalho, programas de auditoria,
relatórios de auditoria. São Paulo: Atlas, 2001.
INSTITUTO DOS
AUDITORES INTERNOS DO BRASIL – IIA Brasil. Normas
brasileiras para o exercício da auditoria interna. 2. ed. São Paulo, 2003.
SÁ, Antônio Lopes de.
Auditoria Interna. São Paulo: Atlas,
2001.
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